Análise de Falhas

Problemas que você pode estar vivendo:

  1. Nossas Análises são superficiais.
  2. Nem sempre é definido um grupo multidisciplinar para analisar as falhas. Não existem multiplicadores de Análise de Falha.
  3. Ações geradas são frequentemente questionadas por quem deveria executar, por serem genéricas, sem embasamento técnico, mirabolantes, voláteis, caras e não amarradas com a Causa Raiz.
  4. Baixo comprometimento com o plano de ação. “Chuva” de ações via sistema, colaboradores recebem “pendências” por e-mail, oriundas de reuniões das quais não participaram, não concordam com ações propostas e prazos estipulados.
  5. Colaboradores dão baixa nas ações sem executar.
  6. Não existe um responsável por conferir e auditar se:
    – As ações de fato foram implantadas?
    – Existem evidências da execução?
    – O que foi feito, atende o que a Análise de Causa originalmente pede?
  7. Follow-up das ações é deficiente.
  8. Não fazemos a verificação da eficácia.
  9. Não existe padrão que defina a metodologia a ser utilizada.
  10. Nem todas as falhas relevantes são analisadas.

Não existem gatilhos e regras para definir quais ocorrências devem ser tratadas. e você se identificou com um ou mais itens listados, é sinal que você pode estar sofrendo com os problemas clássicos de uma Sistemática de Análise de Falhas deficiente ou Inexistente.

Nosso curso prepara profissionais para:

Participar e Conduzir reuniões de análise de Falha assertivas, que produzam ações de bloqueio simples e eficazes. Escolher a metodologia certa, para cada tipo de problema analisado.

Sistematizar todo o processo de análise de causa do início ao fim, desde a coleta de informações até a verificação da eficácia das ações tomadas. Mensurar os ganhos das análises realizadas.

1 – Introdução

1.1 – Conceitos fundamentais
1.2 – Mas afinal o que é uma Falha?
1.3 – Mau uso e subutilização da ferramenta (PDCA X DCAP)
1.4 – Cemitério das ferramentas da Qualidade
1.5 – Lidando com a questão da culpa (quebrando a cultura de caça às bruxas)

2 – A Importância do Método

2.1 – Armadilhas e erros comuns ao tentar solucionar um problema ou falha
2.2 – Concluir por intuição ou experiência
2.3 – Decidir pelo caminho mais curto
2.4 – Dimensionar mal o problema
2.5 – Contentar-se com uma única solução
2.6 – Isolar-se com o problema
2.7 – Desprezar os detalhes
2.8 – Reflexão sobre análise de falhas

3 – PDCA conceitos fundamentais e aplicação prática

3.1 – Histórico, origem, principais etapas e fases, PDCA por cultura
3.2 – Detalhamento das fases
3.3 – P–Planejar o que será feito
– Identificação do problema (o problema e sua importância)
– Observação
– Análise
Escolha da melhor técnica via comparação de diferentes métodos:
Ishikawa X 5 Porquês X Análise de Problemas KT
Abordagem Fato x Causa x Ação (FCA)
Congelando melhores práticas através de Quadro de Gestão a Vista
Check list para preenchimento do quadro
– Plano de ação
3.4 – D– Fazer conforme planejado
– Execução do plano de ação
3.5 – C – Checar o que foi feito
– Verificação da implantação das ações
– Resultados do antes e depois das ações
– Divulgação dos resultados positivos alcançados, (vírus do bem).
3.6–A– Agir nos Resultados
– Padronização (congelar o que deu certo e corrigir o que não deu)
– Conclusão

4 – Técnicas para Condução de reuniões

4.1 – Levantamento de informações
4.2 – Preparação, planejamento e pauta da reunião
4.3 – Fazendo as perguntas certas
4.4 – Criando um clima favorável
4.5 – Duração ótima
4.6 – Regras e multas
4.7 – Envio de Representantes

5 –Software para gestão de plano de ação

5.1 – GMR, SE SUITE e similares

6 – Apresentação de Resultados

5.1 – Apresentação de Melhores práticas no segmento de siderurgia e mineração.
5.2- Filme Complexo de Mineração de Tapira, depoimentos, um caso de sucesso.
5.3- Análise da sistemática de Análise de Causa do cliente, conforme dados trazidos pelo mesmo.
5.4– Apresentação de recomendações para melhoria do modelo apresentado.

7– Formação de Multiplicadores

7.1 – Ganho de escala (volume e qualidade de análise ao mesmo tempo)
7.2 – Como capacitar e desafiar os multiplicadores.

8 – Apresentação e discussão de casos reais

8.1 – Apresentação de casos reais na área de Mineração (dinâmica de grupo)
82 – Exercícios práticos